Banner Notícia

CONGRESSO DEBATE MEDICINA ESPORTIVA

Médico do Cruzeiro afirma que o tratamento do atleta é a busca da excelência em saúde

O II Congresso Norte-Mineiro de Ortopedia e Medicina Esportiva reuniu profissionais e acadêmicos da saúde na sexta-feira (14) e sábado (15), no Teatro Santo Agostinho, Campus JK. Na ocasião, profissionais e estudantes da saúde debateram sobre o tema com o objetivo de ampliar os conhecimentos.

O evento multidisciplinar englobou também a 8ª Jornada Norte-Mineira de Ortopedia e Traumatologia e a 2ª Jornada de Fisioterapia das Faculdades Santo Agostinho. Segundo o Professor Jomar Luiz Almeida, coordenador do curso de Fisioterapia, as discussões foram enriquecedoras para os envolvidos da Ortopedia e Traumatologia, Medicina Esportiva, Fisioterapia, Educação Física e Nutrição. “A ideia é incentivar os alunos no tripé da graduação que engloba ensino, pesquisa e extensão. De modo que consigam pegar toda a teoria da Faculdade, transformá-la em pesquisa e ver o que o mundo está falando sobre a Fisioterapia. Essa equipe multidisciplinar é muito importante para que o aluno perceba a importância de ter o conhecimento em outra área para indicar o melhor tratamento ao paciente”, comentou.

A programação contou com as palestras “Psicologia no esporte do atleta de alto rendimento”, “Ozonioterapia em atletas” e "Alongamento ósseo estético”, na sexta-feira. No sábado, os temas foram: “Dieta low carb em atletas” e “Quiropraxia e seus benefícios para atletas".

Para Sérgio Campolina, médico do Cruzeiro Esporte Clube, que participou de uma mesa redonda, a Medicina do Esporte é um capítulo à parte da tradicional, por isso a experiência do profissional da área vale muito. Ele contou para os profissionais e acadêmicos presentes no Congresso sobre a prática com os atletas do Clube.

“Com a estrutura do Cruzeiro, a gente consegue fazer uma padronização que em outras situações não seria possível. Acho bacana dividir esta experiência com os colegas. O atleta é um ser ‘no limite’ da margem superior da saúde, podemos dizer assim. Os cuidados são maiores. Hoje, a gente consegue adaptar esses cuidados à saúde geral.  Isso é muito interessante. No atleta em tratamento, é possível ver o que dá certo ou não. São princípios que você consegue usar no paciente comum e ter um resultado adequado. É a busca da excelência em saúde”, afirmou.